
Na onda do retorno do Massive Attack, da volta “dicunforça” do Portishead e do questionamento sobre se “é valido ou não é valido’’(parafraseando Carlos Imperial) continuarmos usando o termo trip hop, quero apontar estas linhas pruma outra direção, embora aqui todos os caminhos nos levem a Londres. O dubstep é o irmão do trip hop… [...]
